• Post published:18 de Janeiro, 2017
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– Dia Internacional do Riso –

"Meu pai também terá participado numa peça de teatro organizada localmente, em que havia uma cena onde um actor tinha que queimar uma carta, entrando pouco depois outro que dizia alto e bom som: “Cheira-me aqui a papel queimado!”. Acontece porém, que o primeiro se enganou, rasgando o papel em vez de o queimar. O segundo, dentro do espírito adaptativo dos portugueses, e perante o facto de não poder rebobinar a cena para a corrigir, entra em palco e diz:

“Hum! Cheira-me aqui a papel rasgado!”.

Dir-se-ia uma cena de alargamento do âmbito do sentido do olfacto."
in "Histórias a Amarelo e Preto", de Jorge Varanda

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